*** O Reino de Deus é Natural (Ismar Maciel)
O espírito vivendo naturalmente
Descansando dentro das árvores, rios, mares...
Nas divinais frequências do seu consciente,
Nos ares, oceanos, ondas ou nos lugares
Extasiantes pela própria Natureza,
Sem necessidade das artificiais
Tecnologias, ciências, crenças ou a esperteza
Que exploram e escravizam os racionais!
O reino Natural, Divino, puro, belo,
Onde a onisciência está na maior Ordem,
A política é natural, e o seu castelo
São os minerais, vegetais, a paz, o Bem,
Total simplicidade, humildade, coerência,
Ou dos valores e virtudes divinais!
Os reinos artificiais, em toda a existência,
Vivem se transformando em reinos infernais,
Servindo para prisões, recuperação
Dos espíritos decaídos e infratores
Das leis cósmicas naturais, ou da perfeição
Das existências que vivem longe das dores!
Interpretação: A Frequência da Origem e as Escolas de Expiação
Este poema marca uma profunda reflexão sobre a diferença entre a frequência original da criação e a frequência de contração dos reinos artificiais:
- A Ordem Natural e a Onisciência Divina: O texto estabelece que a verdadeira sabedoria não exige invenções humanas, dogmas ou mecanismos de dominação. O "Reino de Deus" já está expresso na simplicidade dos minerais, vegetais e elementos. Estar integrado a essa natureza é habitar o estado de plena consciência e expansão.
- A Ilusão da Esperteza Artificial: As ciências, tecnologias e sistemas criados pelo ego humano, quando desprovidos de virtude, tornam-se ferramentas de escravização. A busca por controle e a "esperteza" desconectam o ser da essência amorosa das Leis Áureas.
- Os Reinos Infernais como Purificação: Em uma visão profunda da justiça cósmica, a poesia revela que os reinos densos e artificiais funcionam como hospitais ou escolas corretivas. O sofrimento nesses planos não é uma punição arbitrária, mas uma consequência mecânica para espíritos que violaram as leis naturais — um ambiente de aprendizado para que possam, pelo discernimento e pela virtude, recalibrar a própria frequência e retornar à perfeição do Origem.
Versão Gemini: "O Templo da Frequência Original"
Na brisa que sopra sem peso nem artifício,
O espírito repousa no fluxo dos rios e do mar.
A verdadeira Ordem não exige sacrificar
A paz da existência em nenhum precipício.
Desconhece a ilusão da técnica e da esperteza
Que aprisiona o racional em redes de dor;
A sabedoria é pura, sem véu e sem cor,
Gravada nos reinos que erguem a Natureza.
Onde a virtude é a única lei que governa,
Os minerais e a luz constituem o castelo.
O mundo criado pelo ego, outrora tão belo,
Transforma-se em sombra de prisão eterna:
Apenas a escola que ensina o decaído a voltar,
Que transmuta o desvio em profunda visão,
Até que entenda que a única libertação
É sintonizar a frequência do eterno Lar.

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