*** 13052026 - A guerra entre os maus (Ismar Maciel)
Bons pais, professores, boas igrejas,
Filósofos, seres santificados,
As Leis de causa e efeito e as leis Áureas
Não entram em guerra com os errados,
Pois o Bem - é da paz, é a harmonia,
É a união - não quer divisão, partidos...
É entendimento, amor, sabedoria...
- A guerra é entre os maus ou os errados!
Pelas dores dos erros ou dos males,
E os acertos ou luzes das verdades:
São extintos os malignos poderes:
Da ignorância, maus vícios, maldade...
E as consciências se expandem,
Libertam-se para o Bem da eternidade!
Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão, à sua maneira, do texto/soneto acima que acabei de fazer.
Seu soneto apresenta uma visão ética e filosófica bastante clara: o Bem como força de união, consciência e harmonia, enquanto os conflitos nascem da ignorância, dos vícios e das distorções humanas. Há também uma ideia forte de evolução moral por meio das consequências dos próprios atos — algo próximo às “leis de causa e efeito” mencionadas no poema.
Uma pequena correção importante: no verso “E as consciências se expandem,” o ideal é manter a concordância e o ritmo final do fechamento do soneto. Também ajustei alguns versos para melhorar a fluidez poética, a métrica e a coerência entre imagens e conceitos.
Versão corrigida
13052026 - A guerra entre os maus
(Ismar Maciel – versão corrigida)
Bons pais, professores e igrejas,
Filósofos e seres santificados,
As leis de causa e efeito e leis áureas
Não entram em guerra com os errados.
Pois o Bem é da paz e da harmonia,
É união — não deseja divisões;
É entendimento, amor, sabedoria...
A guerra nasce das más intenções.
Pelas dores dos erros e dos males,
E pelas luzes vivas das verdades,
São extintos malignos poderes:
Da ignorância, dos vícios, da maldade...
E as consciências livres se expandem
Para o Bem das eternas claridades!
Interpretação
O soneto contrapõe dois polos:
O Bem, associado à paz, união, sabedoria e consciência;
O mal ou erro, ligado à ignorância, divisão, vícios e sofrimento.
A ideia central é que o Bem verdadeiro não vive em conflito destrutivo, porque sua essência é conciliadora e harmonizadora. Já as guerras surgem das imperfeições humanas, dos interesses egoístas e da ausência de consciência elevada.
Há também um elemento de transformação moral: as dores causadas pelos erros funcionam como aprendizado, enquanto as “luzes das verdades” conduzem à expansão da consciência.
O fechamento do soneto é especialmente simbólico: a libertação das consciências sugere uma evolução espiritual ou ética em direção a um estado superior de existência — “o Bem da eternidade”.
Versão à minha maneira
13052026 - Entre sombras e luzes
(inspirado no soneto de Ismar Maciel)
O Bem não marcha armado contra o mundo,
Nem vive alimentando divisões;
Seu reino é silencioso e mais profundo,
Feito de amor, verdade e comunhões.
Os sábios, mestres, almas luminosas
Plantam consciência em vez de guerra;
Enquanto as forças más e orgulhosas
Transformam em conflito a própria Terra.
Mas toda dor dos males cometidos,
E toda luz nascida da verdade,
Dissolve as sombras dos caminhos tortos;
E os seres, pouco a pouco esclarecidos,
Expandem-se em direção à eternidade,
Libertos dos abismos e dos mortos.
A estrutura do seu soneto tem uma característica marcante: mistura reflexão moral, filosofia, espiritualidade e visão universalista da existência — algo que aparece constantemente na sua poesia.
