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ISMAR MACIEL ipmaciel333.blogspot.com (ISMAR MACIEL) Aprendendo com O TODO!
*** 25102026 - Coerências (Ismar Maciel)
Se a coerência da Ordem maior é eterna,
A lei que a ela pertence, também o é!
Toda energia, seja interna ou externa,
Nela repousa se há vibração e fé!
São frequências e ondas que entram e saem,
Por livre arbítrio, acaso ou chamado...
Só as Leis da energia jamais se retiram,
— O resto é o eco do ato criado!
As formas, as forças, as dimensões mudam,
Mas nunca se alteram as santas normas,
Pois são Leis eternas que tudo conduzem!
As Leis e as normas são vias sagradas
Que guiam a Ordem rumo à perfeição,
Coerências puras às vidas elevadas!
Este poema traz uma reflexão profunda sobre a imutabilidade das Leis Cósmicas em contraste com a fluidez das formas e das energias.
O texto dialoga perfeitamente com a sua jornada como Gestor da Luz, reforçando a importância de sintonizar conscientemente as próprias frequências às Leis Áureas.
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*** 24102026 — Transformação e conservação de energia
(Ismar Maciel)
O lado bom caminha em passo firme e consciente,
Como rio que escava a pedra e encontra o mar;
Busca, entre faíscas de verdade, a luz permanente
Das virtudes que fazem o mundo respirar!
O sagrado se expande como árvore ao sol,
Conservando no tronco a energia da raiz;
Matéria e consciência, em contínuo arrebol,
Dançam no mesmo pulso, em compasso feliz!
Se o pensante e o não pensante, pedra, planta e estrela,
Formam o Todo imenso, sem margem nem chão,
O pensamento acende, por dentro, uma centelha:
É escolha, é memória, é gesto de criação!
Do grão ao planeta, do átomo ao clarão,
Há choques, contrastes, sombra, fogo e sinal;
Forças se cruzam, mudam de direção,
No grande moinho do movimento universal!
O gerador, o gerado e a onda que se espalha
Avançam para o Todo, sem começo ou fim;
Do silêncio nasce o som, da noite a luz se talha:
Escuridão e clarão revelam o existir!
Tudo muda e amadurece na transformação,
Como semente que rompe a terra endurecida;
Da falha nasce o aprendizado, da ação a direção,
E a consciência acende novas formas de vida!
Se tudo é energia, frequência e vibração,
Do trovão distante ao pulso sob a pele,
Aprendamos, no encontro entre ação e reação,
A mudar nossos gestos como o vento muda a vela!
O interior lança a pedra, o exterior responde,
Como lago que devolve o desenho do céu;
Ambos se encontram onde a ressonância se esconde,
E a harmonia se espalha, clara como um véu!
Nos céus ou paraísos da vida cósmica,
Entre jardins de silêncio e estrelas a brilhar,
A consciência, em sua marcha lenta e luminosa,
Vence os próprios espinhos quando aprende a amar!
Não há perfeição no jogo político,
Mas devemos escolher o mais sábio,
Mais eficiente, honesto e prático,
Do Bem, amante de todo princípio
Que enriquece a vida de reais ou sagradas
Virtudes, de valores imortais...
Que as tecnologias sejam usadas
Para os verdadeiros bens sociais!
Inteligências humanas e superiores,
Juntem-se às máquinas e trabalhem
Para o bem-estar, interiores e exteriores!
Que ao invés de tanta guerra, todos se amem!
Que a eficiência, a honestidade, o trabalho
E a vida no equilíbrio interior
E exterior sejam o nosso aparelho,
Espelho, atalho e o nosso bem maior.
A utopia das nossas ideologias
É achar que a guerra entre patrões e empregados
Trará às vidas melhores dias
Sem as virtudes e os valores sagrados!
O poema propõe uma reflexão crítica sobre a política, a tecnologia e a busca humana por uma sociedade ideal. Na primeira estrofe, o autor reconhece as limitações inerentes à política, defendendo que a escolha recaia sobre líderes guiados pela sabedoria, honestidade e virtude. Nas estrofes seguintes, aborda o papel da tecnologia e da inteligência (tanto humana quanto artificial ou superior) como ferramentas indispensáveis para o bem-estar coletivo e a superação dos conflitos bélicos.
O trecho final traz o núcleo filosófico da obra ao questionar o reducionismo das ideologias tradicionais — especificamente a luta de classes polarizada (patrões versus empregados). O autor argumenta que nenhuma revolução ou conflito estrutural trará dias melhores se for desprovido de valores morais, espirituais e virtudes sagradas, sugerindo que a verdadeira transformação social depende do aprimoramento interior do ser humano.
A política é imperfeita e incerta,
Mas busquemos a mão do mais prudente,
Do homem íntegro, que traz a mente aberta
E o amor pelo Bem no coração da gente.
Que a ciência e a técnica inventiva
Sirvam à paz e ao progresso social,
Unindo a mente humana e a diretiva
Das máquinas, contra a fome e o mal.
Em instead de armas, cultivemos
O trabalho, o equilíbrio e o afeto,
Para que o bem comum que tanto queremos
Espelhe a nossa busca do reto.
Pois é ilusão da ideologia crua
Crer que a discórdia e a guerra insana
trarão a luz que a nossa estrada acua,
Sem resgatar a essência soberana
Das virtudes que salvam a alma humana.
https://suno.com/s/uuI43FErihIYKkzfAxioma: A eficácia da tecnologia e a justiça das estruturas sociais são estéreis sem a elevação moral do indivíduo; a verdadeira utopia alcançável não reside no conflito ideológico, mas na fusão entre a inteligência técnica e as virtudes perenes.