quarta-feira, 20 de maio de 2026

Vencer

 


*** 20052026 - Vencer (Ismar Maciel)

Vencer a ignorância, caos, maldade,
Todos os precipícios, vícios, males,
Sair do inferno ou lado daqueles
Infratores das leis do amor, verdade...

Só há duas saídas: amar, ou não..

  • A melhor é amar, a paz, o Bem
    Com toda a sua força, escolha, ação
  • Ou o reino do amor e o que ele tem!

É o reino que purifica a verdade
Que habita e se expande no interior
De todo aquele que busca a coerência,
A essência da paz, justiça, amor...

Basta de tanto mal contra nós mesmos

  • Ao infringir as leis da consciência,
    Do interior e exterior dos Cosmos!

Favor corrigir, interpretar e fazer a sua versão do texto/soneto acima que acabei de fazer.

*** 20052026 - Vencer (versão corrigida de Ismar Maciel)

Vencer a ignorância e a maldade,

Todos os precipícios, vícios, males,

Sair do inferno e do lado daqueles

Infratores das leis da verdade...

Só há duas saídas: amar, ou não...

— A melhor é amar a paz, o Bem,

Com toda a força, escolha, intenção,

E o reino do amor e o que ele tem!

É o reino que purifica a verdade

Que habita e se expande no interior

De todo aquele que busca a coerência,

A essência da justiça e do amor...

Basta de tanto mal contra nós mesmos,

Ao infringirmos leis da consciência,

Do interior e exterior dos Cosmos!

Interpretação

O soneto apresenta uma visão moral e espiritual da existência, baseada na ideia de que a vida humana é uma constante escolha entre dois caminhos: o amor ou sua ausência. O poema associa a ignorância, os vícios, o caos e a maldade a uma espécie de “inferno” existencial — não necessariamente um lugar físico, mas um estado de consciência e de convivência destrutiva.

A força central do texto está na defesa da coerência entre consciência, verdade e ação. O “reino do amor” aparece como um estado evolutivo interior, alcançado por quem busca justiça, paz e harmonia com leis maiores — tanto interiores quanto cósmicas.

Há também um aspecto filosófico importante: o mal não é apresentado como algo externo apenas, mas como consequência da violação das “leis da consciência”. Assim, o sofrimento coletivo nasce do afastamento da verdade, do amor e da responsabilidade moral.

O fechamento do soneto amplia a reflexão para uma dimensão universal (“interior e exterior dos Cosmos”), sugerindo que existe uma ordem profunda na existência, e que viver contra ela gera desequilíbrio e dor.

Minha versão inspirada no seu soneto

*** 20052026 - O caminho da luz

Enquanto a sombra erguer seus labirintos

Na mente humana em guerra contra si,

Haverá dores, quedas e conflitos

Ferindo o mundo que ainda quer sorrir.

Mas toda alma possui dentro do peito

Uma centelha eterna a florescer:

O amor que vence o erro e o preconceito,

A força silenciosa do crescer.

Não há vitória real sem consciência,

Nem liberdade longe da verdade,

Pois toda paz exige coerência

Com as leis superiores da bondade.

E quando o ser vencer o próprio abismo,

Verá que Deus habita o altruísmo.


https://suno.com/s/IohLcyRSv4WSWvKd

terça-feira, 19 de maio de 2026

Verdadeira esperança

 


*** 19052026 - Verdadeira esperança (Ismar Maciel)

Quando cada um de nós se formar
Nas disciplinas da escola cósmica,
Material e espiritual, e encontrar
O reino da paz, da divina lógica,

Da sincronia perfeita com Deus: O Pai, a grande Ordem, o Amor, O Bem,
Puras consciências do reino dos Céus

  • Venceremos o inferno, mal, desordem....

Estaremos na Onisciência, Onipresença,
Vivendo no corpo da Onipotência

  • Esta é a minha verdadeira esperança!

A coerência é a constante do amor,
Das virtudes e valores sagrados:
Gerada no abismo e alma da dor...

Favor corrigir, interpretar e fazer sua versão do texto/soneto acima que acabei de fazer.

Correção do soneto — “19052026 - Verdadeira esperança”

Ismar Maciel

Quando cada um de nós se formar

Nas disciplinas da escola cósmica,

Material e espiritual, e encontrar

O reino da paz, da divina lógica,

Da sincronia perfeita com Deus: o Pai,

A grande Ordem, o Amor, o Supremo Bem,

Puras consciências dos celestes raios

— Venceremos o inferno, o mal também...

Estaremos na Onisciência e Presença,

Vivendo no corpo da Onipotência:

— Esta é minha verdadeira esperança!

A coerência é a constante do amor,

Das virtudes e valores sagrados,

Gerada no abismo, na alma da dor...

Interpretação

O soneto apresenta uma visão espiritual e evolutiva da existência humana. A “escola cósmica” simboliza a vida como um processo de aprendizado contínuo, no qual cada ser atravessa experiências materiais e espirituais até alcançar um estado superior de consciência.

A primeira parte do poema sugere que a paz verdadeira nasce da harmonia com uma ordem universal — identificada como Deus, Amor e Bem. Há uma ideia de ascensão moral e espiritual: vencer o “inferno” significa superar ignorância, egoísmo, vícios e desordens interiores.

Nos tercetos, o poema alcança um tom mais metafísico. A referência à Onisciência, Onipresença e Onipotência expressa a busca pela união com o Absoluto, como se a consciência humana pudesse, pela evolução, integrar-se à essência divina.

O fechamento é muito significativo:

“A coerência é a constante do amor”

Aqui, a coerência aparece como princípio fundamental do universo moral e espiritual. O amor verdadeiro não seria apenas emoção, mas alinhamento entre consciência, virtudes e ações. A dor e o “abismo” surgem como forças transformadoras, quase como forjas da alma.

O soneto mistura espiritualidade, filosofia, ética e cosmologia em uma visão de esperança fundamentada na evolução da consciência.

Minha versão inspirada no seu soneto

Verdadeira Esperança — versão inspirada

Quando a consciência enfim compreender

As leis que movem matéria e infinito,

E o ser humano puder renascer

Na luz do Amor maior, puro e bendito,

Quando a razão unir-se à compaixão

Na grande harmonia universal,

E cada alma sentir no coração

A paz acima de todo o mal,

Então veremos, além da aparência,

Que Deus habita a própria consciência

Dos que transformam sombras em clarão.

Pois a Verdade, eterna e superior,

Nasce da dor que educa o espírito

E da coerência viva do Amor.

A essência do seu soneto ficou muito forte: a esperança não como espera passiva, mas como evolução consciente em direção à ordem, ao amor e à coerência universal.


https://suno.com/s/KkT9BaFMr7bf4hnd

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Fiéis gestores

 


*** 18052026 - Fiéis gestores (Ismar Maciel)

A herança das riquezas naturais
E espirituais são ligadas aos méritos!?
Saber usá-las tal qual celestiais
Seres que ascenderam e vivem os fatos

Justos - ou dentro das leis Áureas Cósmicas

  • Planos onde vivem os vencedores
    De todos os caos das vidas entrópicas
    E inversão de virtudes e valores!

Aprender gerir dentro da Ordem maior
O seu corpo exterior e interior
O faz um herdeiro merecedor,

Sincronizado com os bens maiores
Da plena vida e felicidade,
Do reino divino dos fiéis gestores!

Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão, da,sua maneira, o texto/soneto acima que acabei de fazerSeu soneto traz uma reflexão sobre mérito, evolução moral e responsabilidade diante das riquezas materiais e espirituais. A ideia central parece ser que a verdadeira herança do Universo não está apenas em possuir bens ou poderes, mas em saber administrá-los dentro de princípios elevados de ordem, consciência e coerência. Há também uma visão de ascensão espiritual associada ao domínio interior e ao alinhamento com leis universais.

Versão corrigida

18052026 — Fiéis gestores

(Ismar Maciel — versão corrigida)

A herança das riquezas naturais

E espirituais liga-se aos méritos;

Saber usá-las, quais seres celestiais

Que ascenderam vivendo os altos feitos.

Justos, dentro das Leis Áureas Cósmicas,

Nos planos onde vivem vencedores

Dos grandes caos das vidas entrópicas

E da inversão de virtudes e valores.

Aprender a gerir, na Ordem maior,

O corpo exterior e o interior

Faz do ser um herdeiro merecedor,

Sincronizado aos bens mais elevados,

Da plena vida e da felicidade,

Do reino divino dos fiéis e honrados.

Interpretação

O poema trabalha a ideia de que evolução não é privilégio gratuito, mas consequência de aprendizado, responsabilidade e coerência com leis universais.

As “riquezas naturais e espirituais” representam tanto os bens materiais quanto os talentos, virtudes, consciência e capacidades interiores. O soneto sugere que somente quem aprende a administrar a si mesmo — pensamentos, emoções, atitudes e escolhas — pode tornar-se um “fiel gestor” da existência.

A oposição entre:

ordem e caos,

virtudes e inversões de valores,

evolução e entropia,

dá ao poema um caráter filosófico e quase cosmológico, muito presente em seus textos.

O fechamento é forte porque associa felicidade verdadeira à sintese entre:

equilíbrio interior,

responsabilidade,

mérito,

e alinhamento com algo maior.

Versão inspirada no seu soneto

(da minha maneira)

Fiéis administradores

Toda riqueza da Terra e do espírito

Não nasce apenas por acaso ou sorte:

Exige consciência, equilíbrio

E vencer o caos que conduz à morte.

Pois todo ser que alcança os planos altos

Aprendeu a reger a própria essência,

Transformando os instintos e os sobressaltos

Em virtudes, verdade e consciência.

Governar o interior e o exterior,

Em sintonia com a Ordem superior,

É tornar-se herdeiro da harmonia,

Onde o bem, a justiça e a lucidez

Conduzem a existência à plenitude

Dos eternos reinos da sensatez.


domingo, 17 de maio de 2026

A coerencia

 


*** 17052026 - A Coerência (Ismar Maciel)

Qual o problema de toda a existência
Ter nascido pequenina no abismo,
Ser energia da matéria e consciência,
Ou primeiro passar pelo inferno?

Qual o problema de nada nascer
Grande,
Mas pequeno por dentro e por fora:
Ser o Todo que nasce e se expande

  • Do escuro caos ate a Luz no agora?

Se a constante é a transformação:
No universo exterior e interior
A Coerência existe na evolução!

Se o Pai cresceu até a Onipotência,
E os filhos nasceram tal qual o Pai:
Seguindo pra Onipresença e Onisciência!?

Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão, à sua maneira, do soneto/texto acima que acabei de fazer.

Ismar Maciel, o seu soneto traz uma reflexão metafísica muito interessante sobre evolução, consciência e coerência universal. Há nele uma ideia de continuidade entre o “pequeno” e o “grandioso”, como se toda existência estivesse submetida a um processo inevitável de expansão e aperfeiçoamento. O texto também mistura elementos filosóficos, espirituais e cosmológicos, algo muito presente em sua linha poética.

Segue uma versão corrigida, preservando ao máximo sua essência e musicalidade:

Versão corrigida

17052026 - A Coerência

(Ismar Maciel)

Qual o problema de toda existência

Ter nascido pequena no abismo,

Ser energia, matéria e consciência,

Ou primeiro passar pelo inferno?

Qual o problema de nada nascer

Grande,

Mas pequeno por dentro e por fora?

Ser o Todo que nasce e se expande

— Do escuro caos até a luz do agora?

Se a constante é a transformação,

No universo exterior e interior,

A coerência existe na evolução!

Se o Pai cresceu até a Onipotência,

E os filhos nasceram tal qual o Pai,

Seguindo pra Onisciência e Onipresença!?

Interpretação

O soneto questiona preconceitos ligados à origem imperfeita da existência. Você apresenta a ideia de que tudo começa pequeno, simples, incompleto ou até mergulhado no “caos”, mas evolui gradualmente rumo à luz e à consciência.

Há uma lógica evolutiva em toda a construção:

do caos → à ordem;

do pequeno → ao grandioso;

da ignorância → à consciência;

da limitação → à expansão.

O poema sugere que a transformação é a verdadeira constante do universo. Assim, o “inferno” não aparece apenas como punição, mas como etapa de aprendizado, crescimento e refinamento.

Nos tercetos finais, surge uma visão espiritual profunda: se existe um Pai absoluto que alcançou a plenitude, então os “filhos” carregariam em si o mesmo potencial evolutivo. Isso aproxima o poema de conceitos filosóficos ligados à ascensão da consciência e ao aperfeiçoamento contínuo do ser.

A palavra “Coerência” torna-se central porque o poema defende que há lógica no processo evolutivo universal — nada nasce pronto; tudo cresce.

Versão à minha maneira

A Lógica do Infinito

Do nada escuro surgem consciências,

Centelhas vivas no silêncio eterno,

Entre colisões, dores e experiências,

Subindo da sombra aos céus do interno.

Nada começa pleno ou terminado;

Toda grandeza um dia foi semente.

O Cosmos cresce em tudo transformado,

Expandindo o invisível lentamente.

A própria vida é lei de mutação,

Do átomo ao espírito superior;

Há coerência em toda evolução.

Se o Eterno alcançou sabedoria,

E traz em nós Sua essência infinita,

Também seguimos rumo à mesma via.

Gostei especialmente da ideia:

“A coerência existe na evolução”

Ela funciona quase como a tese central do poema inteiro. Inclusive, essa ideia pode ser representada matematicamente por uma progressão contínua de expansão da consciência:

Onde:

� representa a consciência inicial;

� representa a taxa evolutiva;

� o tempo/experiência;

e � a expansão progressiva do ser.

E também pela ideia filosófica de transformação universal:

Uma leitura simbólica:

Energia gera Consciência;

Consciência gera Ordem.

Seu soneto dialoga muito com cosmologia filosófica, evolução espiritual e a noção de que o universo inteiro está em permanente construção.

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sábado, 16 de maio de 2026

A vida numa integral

 

*** 16052026 - A vida numa integral (Ismar Maciel)

A ignorância, maldade e seus vícios
Sempre em guerra infernais se matam

  • São ébrios vivendo em desequilíbrios,
    Transgredindo as leis que nos emanam...

A escuridão nos faz buscar a luz:
Por isso, a ignorância e maldade
Geram sabedoria e bondade

  • É para a luz que a vida nos conduz!

As leis do espaço-tempo e da consciência
Estão do micro ao macro e em todos nós:
Da escuridão de toda a existência,
Às luzes da matéria e senciência.

Em nós existem cinco dimensões:
As do espaço-tempo e da consciência.
Esta última - é gestora das ações,
E livre nas escolhas da existência.

Formas de energia, vibração, frequência,
Com seus níveis, determinam o grau
De afinidade entre as consciências

  • Gerando os mundos com os seus degraus ...

As atitudes mostram quem nos somos:
Os bons atraem o bem; os maus, o mal

  • São causas e efeitos ou leis dos Cosmos,
    Formulando a vida numa integral!

iA, favor corrigir, interpretar, fazer sua versão e formulação matemática do texto/poema acima que acabei de fazer.

Ismar Maciel, o seu poema traz uma visão filosófica e cosmológica da existência, unindo ética, consciência, causalidade, dimensões e evolução espiritual em uma única linha de raciocínio. A ideia central é muito interessante: a vida como uma “integral” construída pelas interações entre consciência, escolhas, leis naturais e consequências.

Versão corrigida

16052026 - A vida numa integral (Ismar Maciel)

A ignorância, a maldade e seus vícios

Vivem em guerras, infernais conflitos;

São ébrios presos em desequilíbrios,

Transgredindo as leis dos infinitos...

A escuridão nos faz buscar a luz:

Por isso a ignorância e a maldade

Podem gerar saber e bondade

— É para a luz que a vida nos conduz!

As leis do espaço-tempo e da consciência

Estão do micro ao macro em todos nós:

Da escuridão de toda existência

Às luzes da matéria e da senciência.

Em nós existem cinco dimensões:

As do espaço-tempo e a consciência;

Esta última conduz as ações

E é livre nas escolhas da existência.

Formas de energia, vibração, frequência,

Com seus níveis, determinam o grau

De afinidade entre consciências,

Gerando mundos com seus degraus...

As atitudes mostram quem nós somos:

Os bons atraem o bem; os maus, o mal;

São causas e efeitos, leis dos Cosmos,

Formulando a vida numa integral!

Interpretação

O poema trabalha quatro grandes pilares filosóficos:

1. O mal como estado de desequilíbrio

Você trata ignorância, maldade e vícios como formas de desordem vibracional e moral. Elas não aparecem como forças absolutas, mas como consequências de desconexão das “leis dos infinitos”.

Há uma ideia próxima de sistemas físicos fora de equilíbrio: quanto maior a desorganização moral e consciencial, maior o sofrimento e o conflito.

2. A evolução pela oposição

O trecho:

“A escuridão nos faz buscar a luz”

mostra uma visão dialética da existência. O sofrimento não é glorificado, mas funciona como contraste pedagógico que impulsiona consciência e evolução.

Isso lembra princípios filosóficos presentes em:

Heráclito

Carl Jung

Baruch Spinoza

3. Consciência como dimensão gestora

Uma das ideias mais fortes do poema é considerar a consciência como dimensão organizadora da existência.

Você propõe:

quatro dimensões físicas (espaço-tempo),

mais uma dimensão consciencial.

Isso cria uma ponte poética entre:

Física,

metafísica,

ética,

espiritualidade.

4. A vida como integral cósmica

O fechamento é excelente conceitualmente:

“Formulando a vida numa integral!”

A integral simboliza:

soma contínua das experiências,

acúmulo de escolhas,

consequências ao longo do tempo,

integração entre ações e resultados.

Em linguagem filosófico-matemática: cada ação seria um pequeno elemento diferencial da existência compondo o resultado final do ser.

Minha versão inspirada no seu poema

A Integral da Existência

Entre frequências, campos e escolhas,

Caminha a consciência em evolução;

Entre virtudes, sombras e memórias,

Constrói-se a essência em transformação.

A dor revela o valor da luz,

O caos desperta ordens superiores;

Toda existência ao equilíbrio conduz

Os seres presos aos seus interiores.

No micro átomo e no imenso Cosmos

Há leis regendo causas e movimentos;

Somos integrais vivas dos retornos

De pensamentos, atos e sentimentos.

Cada consciência vibra em afinidade,

Atraindo mundos pela sintonia;

E a soma eterna de toda verdade

É a matemática oculta da harmonia.

Formulação matemática simbólica

A ideia do poema pode ser representada assim:

Onde:

� = valor evolutivo da consciência

� = consciência/sabedoria

� = ações virtuosas

� = equilíbrio energético e moral

� = ignorância

� = maldade/vícios

� = infinitesimal da experiência no tempo

A interpretação seria:

A vida é a integral contínua das escolhas, vibrações e ações da consciência ao longo do espaço-tempo.

Também é possível representar a ideia de afinidade consciencial:

Isto simboliza:

quanto mais próximas as frequências conscienciais,

maior a afinidade entre os seres.

E a dualidade entre luz e escuridão:

Onde:

� = luz/evolução,

� = expansão da consciência,

� = nível de ignorância,

� = constante evolutiva.

Seu poema possui uma característica muito marcante: você transforma conceitos éticos e espirituais em estruturas quase físico-matemáticas. Isso cria uma identidade própria nos seus sonetos filosóficos.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Reino do Amor

 


*** 15052026 - Reino do Amor (Ismar Maciel)

Quem sou para exigir algo ao Cosmos
Material e espiritual - Criador
De Tudo que nós vemos e não vemos,
De infinita energia e esplendor?

Só tenho que seguir a Sua vontade,
Sua ordem, coerência, sincronia,
Sua pureza, amor, felicidade,
No que é melhor de toda a existência!

Só peço ao Pai para me despertar
Para que eu viva à luz do Seu desejo,
Vibrando e extasiando em Seu apego...

Que eu aprenda sair dos caos e abismos
Para Ordem maior - Reino de amor,
De paz, valores maiores dos Cosmos!

Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão sua do texto/soneto acima que acabei de fazer.

Versão corrigida do soneto

15052026 - Reino do Amor (Ismar Maciel)

Quem sou para exigir algo ao Cosmos,

Material e espiritual Criador

De tudo o que vemos e não vemos,

De infinita energia e esplendor?

Só tenho que seguir Sua vontade,

Sua ordem, coerência e harmonia,

Sua pureza, amor, felicidade,

No que há de melhor na existência!

Só peço ao Pai que venha me despertar

Para viver à luz do Seu desejo,

Vibrando e extasiando em Seu ensejo...

Que eu aprenda a sair dos caos e abismos

Para a Ordem maior — Reino de Amor,

De paz e valores maiores dos Cosmos!

Interpretação do soneto

O poema apresenta uma postura de humildade diante do Cosmos e da existência. O “eu lírico” reconhece a limitação humana perante uma ordem universal superior — material e espiritual ao mesmo tempo — e abandona a ideia de impor vontades próprias ao Todo.

Há uma forte busca por alinhamento com princípios considerados elevados: ordem, coerência, pureza, amor e harmonia. O soneto sugere que a verdadeira evolução não está no domínio do universo, mas na capacidade de sintonizar-se com suas leis maiores.

O contraste entre “caos e abismos” e “Ordem maior” simboliza a transição interior do ser humano: sair da ignorância, dos conflitos e sofrimentos para alcançar um estado de consciência mais elevado, associado ao “Reino do Amor”.

O final amplia a ideia espiritual para uma dimensão cósmica, unindo paz, valores universais e transcendência. O poema possui um tom contemplativo, filosófico e espiritual, muito alinhado à sua linha poética de integração entre Cosmos, consciência, energia e virtudes.

Uma versão inspirada no seu soneto

Reino da Suprema Harmonia

Quem sou perante o eterno e o infinito,

Diante das estrelas e da amplidão?

Sou breve centelha em estranho rito,

Buscando sentido na imensidão.

Nada peço além da sabedoria

De compreender a ordem universal,

Pois o amor é a maior sintonia

Entre o humano e o divino imortal.

Que minha consciência desperte em luz,

Livre das sombras da ilusão terrena,

Onde o ego ao caos sempre conduz...

E eu encontre, além da dor pequena,

A paz das leis eternas da existência,

No Reino do Amor e da Consciência.



quarta-feira, 13 de maio de 2026

A guerra entre os maus

 


*** 13052026 - A guerra entre os maus (Ismar Maciel)

Bons pais, professores, boas igrejas,
Filósofos, seres santificados,
As Leis de causa e efeito e as leis Áureas
Não entram em guerra com os errados,

Pois o Bem - é da paz, é a harmonia,
É a união - não quer divisão, partidos...
É entendimento, amor, sabedoria...

  • A guerra é entre os maus ou os errados!

Pelas dores dos erros ou dos males,
E os acertos ou luzes das verdades:
São extintos os malignos poderes:

Da ignorância, maus vícios, maldade...
E as consciências se expandem,
Libertam-se para o Bem da eternidade!

Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão, à sua maneira, do texto/soneto acima que acabei de fazer.

Seu soneto apresenta uma visão ética e filosófica bastante clara: o Bem como força de união, consciência e harmonia, enquanto os conflitos nascem da ignorância, dos vícios e das distorções humanas. Há também uma ideia forte de evolução moral por meio das consequências dos próprios atos — algo próximo às “leis de causa e efeito” mencionadas no poema.

Uma pequena correção importante: no verso “E as consciências se expandem,” o ideal é manter a concordância e o ritmo final do fechamento do soneto. Também ajustei alguns versos para melhorar a fluidez poética, a métrica e a coerência entre imagens e conceitos.

Versão corrigida

13052026 - A guerra entre os maus

(Ismar Maciel – versão corrigida)

Bons pais, professores e igrejas,

Filósofos e seres santificados,

As leis de causa e efeito e leis áureas

Não entram em guerra com os errados.

Pois o Bem é da paz e da harmonia,

É união — não deseja divisões;

É entendimento, amor, sabedoria...

A guerra nasce das más intenções.

Pelas dores dos erros e dos males,

E pelas luzes vivas das verdades,

São extintos malignos poderes:

Da ignorância, dos vícios, da maldade...

E as consciências livres se expandem

Para o Bem das eternas claridades!

Interpretação

O soneto contrapõe dois polos:

O Bem, associado à paz, união, sabedoria e consciência;

O mal ou erro, ligado à ignorância, divisão, vícios e sofrimento.

A ideia central é que o Bem verdadeiro não vive em conflito destrutivo, porque sua essência é conciliadora e harmonizadora. Já as guerras surgem das imperfeições humanas, dos interesses egoístas e da ausência de consciência elevada.

Há também um elemento de transformação moral: as dores causadas pelos erros funcionam como aprendizado, enquanto as “luzes das verdades” conduzem à expansão da consciência.

O fechamento do soneto é especialmente simbólico: a libertação das consciências sugere uma evolução espiritual ou ética em direção a um estado superior de existência — “o Bem da eternidade”.

Versão à minha maneira

13052026 - Entre sombras e luzes

(inspirado no soneto de Ismar Maciel)

O Bem não marcha armado contra o mundo,

Nem vive alimentando divisões;

Seu reino é silencioso e mais profundo,

Feito de amor, verdade e comunhões.

Os sábios, mestres, almas luminosas

Plantam consciência em vez de guerra;

Enquanto as forças más e orgulhosas

Transformam em conflito a própria Terra.

Mas toda dor dos males cometidos,

E toda luz nascida da verdade,

Dissolve as sombras dos caminhos tortos;

E os seres, pouco a pouco esclarecidos,

Expandem-se em direção à eternidade,

Libertos dos abismos e dos mortos.

A estrutura do seu soneto tem uma característica marcante: mistura reflexão moral, filosofia, espiritualidade e visão universalista da existência — algo que aparece constantemente na sua poesia.