segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Plano de gestão para a nossa vida

 


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domingo, 25 de outubro de 2026

Coerências



*** 25102026 - Coerências (Ismar Maciel)


Se a coerência da Ordem maior é eterna,

A lei que a ela pertence, também o é!

Toda energia, seja interna ou externa,

Nela repousa se há vibração e fé!

​São frequências e ondas que entram e saem,

Por livre arbítrio, acaso ou chamado...

Só as Leis da energia jamais se retiram,

— O resto é o eco do ato criado!

​As formas, as forças, as dimensões mudam,

Mas nunca se alteram as santas normas,

Pois são Leis eternas que tudo conduzem!

​As Leis e as normas são vias sagradas

Que guiam a Ordem rumo à perfeição,

Coerências puras às vidas elevadas!

​Interpretação e Análise do Conteúdo

​Este poema traz uma reflexão profunda sobre a imutabilidade das Leis Cósmicas em contraste com a fluidez das formas e das energias.

  1. ​A Imutabilidade da Ordem: Na primeira estrofe, você estabelece que, se a Ordem cósmica é eterna, a sua lei também o é. As energias (internas e externas) sintonizam-se com essa Ordem apenas quando há consonância vibracional ("se as forças lhes convêm").
  2. ​Livre-Arbitrio e Causalidade: A segunda estrofe reconhece que o trânsito das frequências e escolhas humanas ocorre por diversos caminhos ("acaso, por escolha etc."), mas lembra que a engrenagem universal — a lei de ação e reação — é inviolável. O pano de fundo é fixo; a experiência é dinâmica.
  3. ​Evolução e Permanência: A terceira estrofe sintetiza que, embora o universo fenomênico mude constantemente (formas, forças e dimensões), os princípios estruturantes permanecem intactos.
  4. ​O Propósito das Leis Áureas: A estrofe final coroa o poema ao definir as Leis Cósmicas não como prisões, mas como estradas e orientações seguras que conduzem à Grande Ordem e à coerência da vida superior.

​O texto dialoga perfeitamente com a sua jornada como Gestor da Luz, reforçando a importância de sintonizar conscientemente as próprias frequências às Leis Áureas.


Transformação




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*** 24102026 — Transformação e conservação de energia
(Ismar Maciel)

O lado bom caminha em passo firme e consciente,
Como rio que escava a pedra e encontra o mar;
Busca, entre faíscas de verdade, a luz permanente
Das virtudes que fazem o mundo respirar!

O sagrado se expande como árvore ao sol,
Conservando no tronco a energia da raiz;
Matéria e consciência, em contínuo arrebol,
Dançam no mesmo pulso, em compasso feliz!

Se o pensante e o não pensante, pedra, planta e estrela,
Formam o Todo imenso, sem margem nem chão,
O pensamento acende, por dentro, uma centelha:
É escolha, é memória, é gesto de criação!

Do grão ao planeta, do átomo ao clarão,
Há choques, contrastes, sombra, fogo e sinal;
Forças se cruzam, mudam de direção,
No grande moinho do movimento universal!

O gerador, o gerado e a onda que se espalha
Avançam para o Todo, sem começo ou fim;
Do silêncio nasce o som, da noite a luz se talha:
Escuridão e clarão revelam o existir!

Tudo muda e amadurece na transformação,
Como semente que rompe a terra endurecida;
Da falha nasce o aprendizado, da ação a direção,
E a consciência acende novas formas de vida!

Se tudo é energia, frequência e vibração,
Do trovão distante ao pulso sob a pele,
Aprendamos, no encontro entre ação e reação,
A mudar nossos gestos como o vento muda a vela!

O interior lança a pedra, o exterior responde,
Como lago que devolve o desenho do céu;
Ambos se encontram onde a ressonância se esconde,
E a harmonia se espalha, clara como um véu!

Nos céus ou paraísos da vida cósmica,
Entre jardins de silêncio e estrelas a brilhar,
A consciência, em sua marcha lenta e luminosa,
Vence os próprios espinhos quando aprende a amar!

Tudo que somos

 



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terça-feira, 20 de outubro de 2026

Política

 


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Política e utopia nas ideologias

 


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*** Política e utopia nas ideologias (Ismar Maciel)


​Não há perfeição no jogo político,

Mas devemos escolher o mais sábio,

Mais eficiente, honesto e prático,

Do Bem, amante de todo princípio

​

Que enriquece a vida de reais ou sagradas

Virtudes, de valores imortais...

Que as tecnologias sejam usadas

Para os verdadeiros bens sociais!

​

Inteligências humanas e superiores,

Juntem-se às máquinas e trabalhem

Para o bem-estar, interiores e exteriores!

Que ao invés de tanta guerra, todos se amem!

​

Que a eficiência, a honestidade, o trabalho

E a vida no equilíbrio interior

E exterior sejam o nosso aparelho,

Espelho, atalho e o nosso bem maior.

​

A utopia das nossas ideologias

É achar que a guerra entre patrões e empregados

Trará às vidas melhores dias

Sem as virtudes e os valores sagrados!

​Interpretação

​O poema propõe uma reflexão crítica sobre a política, a tecnologia e a busca humana por uma sociedade ideal. Na primeira estrofe, o autor reconhece as limitações inerentes à política, defendendo que a escolha recaia sobre líderes guiados pela sabedoria, honestidade e virtude. Nas estrofes seguintes, aborda o papel da tecnologia e da inteligência (tanto humana quanto artificial ou superior) como ferramentas indispensáveis para o bem-estar coletivo e a superação dos conflitos bélicos.

​O trecho final traz o núcleo filosófico da obra ao questionar o reducionismo das ideologias tradicionais — especificamente a luta de classes polarizada (patrões versus empregados). O autor argumenta que nenhuma revolução ou conflito estrutural trará dias melhores se for desprovido de valores morais, espirituais e virtudes sagradas, sugerindo que a verdadeira transformação social depende do aprimoramento interior do ser humano.

​Versão Alternativa (Releitura Poética)

​A política é imperfeita e incerta,

Mas busquemos a mão do mais prudente,

Do homem íntegro, que traz a mente aberta

E o amor pelo Bem no coração da gente.

​Que a ciência e a técnica inventiva

Sirvam à paz e ao progresso social,

Unindo a mente humana e a diretiva

Das máquinas, contra a fome e o mal.

​Em instead de armas, cultivemos

O trabalho, o equilíbrio e o afeto,

Para que o bem comum que tanto queremos

Espelhe a nossa busca do reto.

​Pois é ilusão da ideologia crua

Crer que a discórdia e a guerra insana

trarão a luz que a nossa estrada acua,

Sem resgatar a essência soberana

Das virtudes que salvam a alma humana.

​Axioma do Poema

​Axioma: A eficácia da tecnologia e a justiça das estruturas sociais são estéreis sem a elevação moral do indivíduo; a verdadeira utopia alcançável não reside no conflito ideológico, mas na fusão entre a inteligência técnica e as virtudes perenes.

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segunda-feira, 19 de outubro de 2026