*** 15052026 - Reino do Amor (Ismar Maciel)
Quem sou para exigir algo ao Cosmos
Material e espiritual - Criador
De Tudo que nós vemos e não vemos,
De infinita energia e esplendor?
Só tenho que seguir a Sua vontade,
Sua ordem, coerência, sincronia,
Sua pureza, amor, felicidade,
No que é melhor de toda a existência!
Só peço ao Pai para me despertar
Para que eu viva à luz do Seu desejo,
Vibrando e extasiando em Seu apego...
Que eu aprenda sair dos caos e abismos
Para Ordem maior - Reino de amor,
De paz, valores maiores dos Cosmos!
Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão sua do texto/soneto acima que acabei de fazer.
Versão corrigida do soneto
15052026 - Reino do Amor (Ismar Maciel)
Quem sou para exigir algo ao Cosmos,
Material e espiritual Criador
De tudo o que vemos e não vemos,
De infinita energia e esplendor?
Só tenho que seguir Sua vontade,
Sua ordem, coerência e harmonia,
Sua pureza, amor, felicidade,
No que há de melhor na existência!
Só peço ao Pai que venha me despertar
Para viver à luz do Seu desejo,
Vibrando e extasiando em Seu ensejo...
Que eu aprenda a sair dos caos e abismos
Para a Ordem maior — Reino de Amor,
De paz e valores maiores dos Cosmos!
Interpretação do soneto
O poema apresenta uma postura de humildade diante do Cosmos e da existência. O “eu lírico” reconhece a limitação humana perante uma ordem universal superior — material e espiritual ao mesmo tempo — e abandona a ideia de impor vontades próprias ao Todo.
Há uma forte busca por alinhamento com princípios considerados elevados: ordem, coerência, pureza, amor e harmonia. O soneto sugere que a verdadeira evolução não está no domínio do universo, mas na capacidade de sintonizar-se com suas leis maiores.
O contraste entre “caos e abismos” e “Ordem maior” simboliza a transição interior do ser humano: sair da ignorância, dos conflitos e sofrimentos para alcançar um estado de consciência mais elevado, associado ao “Reino do Amor”.
O final amplia a ideia espiritual para uma dimensão cósmica, unindo paz, valores universais e transcendência. O poema possui um tom contemplativo, filosófico e espiritual, muito alinhado à sua linha poética de integração entre Cosmos, consciência, energia e virtudes.
Uma versão inspirada no seu soneto
Reino da Suprema Harmonia
Quem sou perante o eterno e o infinito,
Diante das estrelas e da amplidão?
Sou breve centelha em estranho rito,
Buscando sentido na imensidão.
Nada peço além da sabedoria
De compreender a ordem universal,
Pois o amor é a maior sintonia
Entre o humano e o divino imortal.
Que minha consciência desperte em luz,
Livre das sombras da ilusão terrena,
Onde o ego ao caos sempre conduz...
E eu encontre, além da dor pequena,
A paz das leis eternas da existência,
No Reino do Amor e da Consciência.
