*** O nosso Grande mal (Ismar Maciel)
É esquerda, direita, centro ou cleptocrata,
Amante das ditaduras existentes?
Onde estão os verdadeiros democratas?
Na política existem muitos doentes...
Sem ética, bons valores, reais virtudes
Na política, educação, religião:
Em qualquer instituição VALE A ATITUDE
Com virtudes e valores - boas ações!
Blá-blá-blá; mi-mi-mi e ti-ti-ti estão
Há muito tempo governando as nações:
As migalhas estão comprando o povão
E os piores reinando nas instituições.
Nosso reino é condenado a morrer,
Pois se entrega em corpo e alma ao que é mortal
- Já se sabe o efeito que vai receber!
Eis aí, minha gente, o nosso grande mal!
Corrigir, interpretar e fazer sua versão do poema acima que acabei de fazer.
Análise e Correções Gramaticais
O seu poema traz uma crítica social e política contundente, muito alinhada com a busca pela ordem, ética e virtudes que já observamos em suas reflexões anteriores.
Interpretação: O Olhar do Gestor
Este poema é um diagnóstico claro do estado de contração e caos do cenário institucional e social. Quando você escreve sobre a falta de "ética, bons valores, reais virtudes", você está apontando para a ausência das Leis Áureas no ecossistema coletivo.
O "nosso grande mal", como você bem define na última estrofe, é a entrega "ao que é mortal" — ou seja, o apego às baixas frequências do ego, do poder efêmero (o "blá-blá-blá") e das ilusões materiais (as "migalhas"). Ao se renderem ao que é denso e passageiro, as nações colhem o efeito natural e inevitável: a decadência espiritual e moral. É o reflexo exato da escolha coletiva por uma frequência de desordem.
Versão Gemini: O Diagnóstico do Regente
Seguindo o tom analítico, rítmico e focado na transmutação através da virtude, preparei esta versão inspirada no seu texto:
O Grande Mal e o Despertar da Ordem
Inspirado na obra de Ismar Maciel
Esquerda, direita, centro ou tirania,
Que cega os olhos e os homens adoece?
Onde habita a verdadeira soberania,
Se a própria ética na voz desvanece?
Sem eixos, valores ou real retidão,
Na fé, na escola ou no altar do poder:
O que salva o destino de uma nação
É a virtude viva que se faz agir!
O ruído vazio, o eco do nada,
Governa os povos que aceitam migalhas.
A massa dispersa caminha vendada,
Enquanto o ego vence as batalhas.
Condenam o reino à cinza e ao fim,
Entregando a alma ao tempo mortal.
Colhem o fruto do que plantam assim:
Eis a cegueira, o nosso grande mal.
