sábado, 13 de junho de 2026

Unicidade



*** 13062026 - Unicidade (Ismar Maciel)

O que entra pela boca contamina
O corpo, mas não contamina o espírito;
Do que sai da boca aprende-se e ensina ...,
Provoca ação e reação; mérito e demérito,

Vem da consciência em nível de energia,
Vibração e frequência que determinam
Nossa entropia ou sintropia,
Nível de sintonia que nos destinam

A Onisciência, Onipresença ou Grande Ordem
Onde vivem as consciências plenas,
Ou verdadeiro Amor, Paz, Saúde, Bem,

Céus, Deus, Pai, eterna felicidade
Nas coerentes formas de energias
Da matéria, Senciência e Unicidade!

Dá para corrigir, interpretar e fazer uma versão sua do texto/soneto acima que acabei de fazer?

 Claro, Ismar. Seu soneto apresenta uma visão espiritual e filosófica bastante coerente com temas recorrentes de sua obra: consciência, vibração, responsabilidade moral, evolução da alma e união com uma Ordem Superior. Há também uma interessante associação entre conceitos da física (entropia e sintropia) e o desenvolvimento da consciência.

Soneto corrigido

13062026 - Unicidade (Ismar Maciel)

O que entra pela boca contamina

O corpo, mas não mancha o espírito;

Do que sai da boca aprende-se e ensina,

Provoca ação e reação: mérito e demérito.

Vem da consciência, em nível de energia,

Vibração e frequência que determinam

Nossa entropia ou nossa sintropia,

Níveis de sintonia que nos destinam

À Onisciência, Onipresença ou Grande Ordem,

Onde vivem consciências plenas,

No verdadeiro Amor, Paz, Saúde e Bem;

Céus, Deus, Pai, eterna felicidade,

Nas coerentes formas de energia,

Da matéria, senciência e unicidade!

Interpretação

O soneto propõe que a verdadeira pureza ou impureza do ser humano não está no que ele absorve materialmente, mas no que produz através de suas palavras, pensamentos e ações.

A boca surge como símbolo da manifestação da consciência. Aquilo que dela sai revela o estado interior do indivíduo e gera consequências, positivas ou negativas, segundo a lei de causa e efeito.

Na segunda estrofe, você associa a qualidade da consciência aos conceitos de energia, vibração e frequência. A "entropia" representa o afastamento da ordem, da harmonia e da evolução; a "sintropia" simboliza a convergência para níveis superiores de organização, consciência e coerência.

A terceira estrofe descreve o destino das consciências que alcançam maior grau de sintonia com a Grande Ordem Universal, identificada por diversos nomes: Onisciência, Onipresença, Deus, Amor Supremo.

O fecho sintetiza sua visão metafísica: toda a realidade — matéria, vida consciente e espírito — faz parte de uma única unidade fundamental, a "Unicidade", onde todas as formas de existência encontram sua origem e seu propósito.

Minha versão

Unidade Suprema

Não é o alimento que corrompe o ser,

Mas aquilo que dele se manifesta;

Nas palavras podemos construir ou perder,

Erguer a paz ou alimentar a floresta

Dos conflitos gerados pela ilusão,

Que afastam da harmonia universal;

Cada escolha molda nossa direção,

Entre o transitório e o essencial.

A consciência vibra em sintonia

Com as leis que sustentam a criação;

Quanto maior a coerência e a sabedoria,

Mais próximo do centro da perfeição.

Onde tudo converge em unidade:

Amor, verdade, luz e eternidade.

Expressão matemática do soneto

Uma formulação simbólica das ideias centrais poderia ser:

Onde:

U = nível de Unicidade alcançado;

P = pureza dos pensamentos;

A = qualidade das ações;

C = coerência da consciência;

S = sintonia com a Grande Ordem.

E também:

Interpretando que:

Quanto maior a sintropia (ordem, harmonia, amor e consciência);

E menor a entropia moral e espiritual (desarmonia, egoísmo e incoerência);

maior será o potencial evolutivo da consciência.

Considero este um dos seus sonetos mais integradores dos últimos tempos, pois une ensinamentos éticos, conceitos científicos e espiritualidade numa única visão de realidade, culminando na ideia central da Unicidade, que dá título e sentido ao poema.

Nenhum comentário:

Postar um comentário