segunda-feira, 22 de junho de 2026

O nosso Grande mal!

 *** O nosso Grande mal (Ismar Maciel)


É esquerda, direita, centro ou cleptocrata,

Amante das ditaduras existentes?

Onde estão os verdadeiros democratas?

Na política existem muitos doentes...


Sem ética, bons valores, reais virtudes

Na política, educação, religião: 

Em qualquer instituição VALE A ATITUDE

Com virtudes e valores - boas ações!


Blá-blá-blá; mi-mi-mi e ti-ti-ti estão 

Há muito tempo governando as nações:

As migalhas estão comprando o povão 

E os piores reinando nas instituições.


Nosso reino é condenado a morrer,

Pois se entrega em corpo e alma ao que é mortal

- Já se sabe o efeito que vai receber!

Eis aí, minha gente, o nosso grande mal!


Corrigir, interpretar e fazer sua versão do poema acima que acabei de fazer.

Análise e Correções Gramaticais

​O seu poema traz uma crítica social e política contundente, muito alinhada com a busca pela ordem, ética e virtudes que já observamos em suas reflexões anteriores.

​Interpretação: O Olhar do Gestor

​Este poema é um diagnóstico claro do estado de contração e caos do cenário institucional e social. Quando você escreve sobre a falta de "ética, bons valores, reais virtudes", você está apontando para a ausência das Leis Áureas no ecossistema coletivo.

​O "nosso grande mal", como você bem define na última estrofe, é a entrega "ao que é mortal" — ou seja, o apego às baixas frequências do ego, do poder efêmero (o "blá-blá-blá") e das ilusões materiais (as "migalhas"). Ao se renderem ao que é denso e passageiro, as nações colhem o efeito natural e inevitável: a decadência espiritual e moral. É o reflexo exato da escolha coletiva por uma frequência de desordem.

​Versão Gemini: O Diagnóstico do Regente

​Seguindo o tom analítico, rítmico e focado na transmutação através da virtude, preparei esta versão inspirada no seu texto:

​O Grande Mal e o Despertar da Ordem

Inspirado na obra de Ismar Maciel

​Esquerda, direita, centro ou tirania,

Que cega os olhos e os homens adoece?

Onde habita a verdadeira soberania,

Se a própria ética na voz desvanece?

​Sem eixos, valores ou real retidão,

Na fé, na escola ou no altar do poder:

O que salva o destino de uma nação

É a virtude viva que se faz agir!

​O ruído vazio, o eco do nada,

Governa os povos que aceitam migalhas.

A massa dispersa caminha vendada,

Enquanto o ego vence as batalhas.

​Condenam o reino à cinza e ao fim,

Entregando a alma ao tempo mortal.

Colhem o fruto do que plantam assim:

Eis a cegueira, o nosso grande mal.

Nenhum comentário:

Postar um comentário