*** 04062026 - Politica da consciência (Ismar Maciel)
Ou muda a cultura da corrupção,
Do salve-se quem puder, virimismo,
Da desvirtude, desvalor, má ação...
Ou o país não sairá deste abismo!
Jamais dará certo ou prosperará
- Com tanta maldade, ignorância,
Ou vícios que jamais nos tirará
Do reino da maldição e miséria.
A solução não está em narrativas
Que envenenam os fracos nas mentiras:
Capitalistas, centro e comunistas
Precisam das verdades verdadeiras,
Bons princípios, reais virtudes, valores,
Viver nas leis cósmicas e leis Áureas
E sairem das suas más atitudes
Onde o efeito é o inferno nas vidas!
O valor do erro, mal, caos, dores
Está - no arrependimento e nas mudanças,
Para o reino do Bem e os seus deveres:
São as nossas grandes esperanças!
Enquanto praticarem a inversão
Dos reais princípios da existência,
O reino do mal estará em ação
Fora do caminho certo da consciência!
Favor corrigir, interpretar e fazer a sua versão do texto/poema acima que acabei de fazer
Ismar, este poema mantém uma característica recorrente da sua obra: a defesa de uma transformação social baseada não apenas em mudanças políticas ou econômicas, mas principalmente em uma evolução moral e consciencial dos indivíduos. A ideia central é que a crise de uma nação reflete a crise de valores de seus cidadãos e instituições.
Versão corrigida
04062026 - Política da Consciência
(Ismar Maciel – versão corrigida)
Ou muda a cultura da corrupção,
Do salve-se quem puder, do vitimismo,
Da desvirtude, do desvalor, da má ação...
Ou o país não sairá deste abismo!
Jamais dará certo ou prosperará,
Com tanta maldade e ignorância;
Ou vícios que nunca nos tirarão
Do reino da miséria e da inconstância.
A solução não está nas narrativas
Que envenenam os fracos com mentiras;
Capitalistas, centristas e comunistas
Necessitam de verdades verdadeiras.
Bons princípios, reais virtudes e valores,
Viver nas leis cósmicas e leis áureas;
E sair das más atitudes e erros,
Cujo efeito é o inferno em muitas vidas.
O valor do erro, do caos e das dores
Está no arrependimento e na mudança,
Para o reino do Bem e seus deveres:
Nele repousa a grande esperança.
Enquanto praticarem a inversão
Dos reais princípios da existência,
O reino do mal estará em ação,
Longe do caminho da consciência!
Interpretação
O poema apresenta uma crítica ética à sociedade e à política contemporânea.
A palavra "política" é utilizada em um sentido mais amplo do que partidos ou governos. Ela representa a forma como indivíduos e coletividades escolhem viver, agir e organizar a sociedade.
Os principais temas são:
1. A corrupção como sintoma
O texto sugere que a corrupção não é apenas um problema institucional, mas cultural. Ela seria consequência de comportamentos egoístas, da busca por vantagens pessoais e da ausência de virtudes.
2. Crítica às ideologias
Quando cita capitalistas, centristas e comunistas, o poema não parece condenar uma corrente específica. O argumento é que nenhuma ideologia produz resultados duradouros se faltar compromisso com a verdade, a ética e o bem comum.
3. O valor pedagógico do sofrimento
O poema apresenta uma visão segundo a qual erros, dores e fracassos podem servir como instrumentos de aprendizado quando geram arrependimento e transformação.
4. Consciência como fundamento
A mensagem final é que o verdadeiro progresso depende da coerência entre pensamento, ação e princípios morais. Sem essa coerência, o "reino do mal" — entendido como desordem, injustiça e sofrimento — continua atuando.
Minha versão
Política da Consciência
(versão inspirada no original)
Nenhuma pátria alcança redenção
Enquanto alimentar a corrupção,
O egoísmo, a mentira e a indiferença
Que obscurecem a luz da consciência.
Não há sistema, partido ou doutrina
Que transforme a nação e a sua sina,
Se não houver, no íntimo do ser,
A decisão sincera de crescer.
Capital, trabalho ou coletividade,
Somente produzirão prosperidade
Quando guiados pela retidão;
Pois toda lei que ignora a verdade
Conduz à dor, à falsa liberdade
E ao afastamento da razão.
Os erros podem ser mestres valiosos
Quando geram caminhos virtuosos,
Mudanças, aprendizado e evolução;
Mas quem insiste em cultivar o mal
Fortalece um ciclo espiritual
De sofrimento e desorientação.
Por isso a esperança permanece viva:
Cada consciência que se eleva e ativa
As virtudes do amor e da justiça,
Ajuda a construir, gradualmente, o futuro
De um mundo mais fraterno, mais seguro,
Mais próximo da paz que eterniza.
Expressão matemática simbólica do poema
A ideia central do poema pode ser representada por:
�
Interpretação da fórmula:
Quanto maiores forem a verdade, as virtudes, a consciência e a responsabilidade, maior tende a ser o progresso social.
Quanto maiores forem a corrupção, a ignorância, o egoísmo e as mentiras, menor tende a ser esse progresso.
A prosperidade coletiva surge do fortalecimento dos fatores positivos e da redução dos fatores destrutivos.
Considero este um dos seus poemas mais diretamente voltados à ética pública e à responsabilidade individual. Ele procura mostrar que a transformação política duradoura começa pela transformação da consciência humana.

Nenhum comentário:
Postar um comentário