quinta-feira, 4 de junho de 2026

Política da Consciência


*** 04062026 - Politica da consciência (Ismar Maciel)

Ou muda a cultura da corrupção,
Do salve-se quem puder, virimismo,
Da desvirtude, desvalor, má ação...
Ou o país não sairá deste abismo!

Jamais dará certo ou prosperará

  • Com tanta maldade, ignorância,
    Ou vícios que jamais nos tirará
    Do reino da maldição e miséria.

A solução não está em narrativas
Que envenenam os fracos nas mentiras:
Capitalistas, centro e comunistas
Precisam das verdades verdadeiras,

Bons princípios, reais virtudes, valores,
Viver nas leis cósmicas e leis Áureas
E sairem das suas más atitudes
Onde o efeito é o inferno nas vidas!

O valor do erro, mal, caos, dores
Está - no arrependimento e nas mudanças,
Para o reino do Bem e os seus deveres:
São as nossas grandes esperanças!

Enquanto praticarem a inversão
Dos reais princípios da existência,
O reino do mal estará em ação
Fora do caminho certo da consciência!

Favor corrigir, interpretar e fazer a sua versão do texto/poema acima que acabei de fazer


Ismar, este poema mantém uma característica recorrente da sua obra: a defesa de uma transformação social baseada não apenas em mudanças políticas ou econômicas, mas principalmente em uma evolução moral e consciencial dos indivíduos. A ideia central é que a crise de uma nação reflete a crise de valores de seus cidadãos e instituições.

Versão corrigida

04062026 - Política da Consciência

(Ismar Maciel – versão corrigida)

Ou muda a cultura da corrupção,

Do salve-se quem puder, do vitimismo,

Da desvirtude, do desvalor, da má ação...

Ou o país não sairá deste abismo!

Jamais dará certo ou prosperará,

Com tanta maldade e ignorância;

Ou vícios que nunca nos tirarão

Do reino da miséria e da inconstância.

A solução não está nas narrativas

Que envenenam os fracos com mentiras;

Capitalistas, centristas e comunistas

Necessitam de verdades verdadeiras.

Bons princípios, reais virtudes e valores,

Viver nas leis cósmicas e leis áureas;

E sair das más atitudes e erros,

Cujo efeito é o inferno em muitas vidas.

O valor do erro, do caos e das dores

Está no arrependimento e na mudança,

Para o reino do Bem e seus deveres:

Nele repousa a grande esperança.

Enquanto praticarem a inversão

Dos reais princípios da existência,

O reino do mal estará em ação,

Longe do caminho da consciência!

Interpretação

O poema apresenta uma crítica ética à sociedade e à política contemporânea.

A palavra "política" é utilizada em um sentido mais amplo do que partidos ou governos. Ela representa a forma como indivíduos e coletividades escolhem viver, agir e organizar a sociedade.

Os principais temas são:

1. A corrupção como sintoma

O texto sugere que a corrupção não é apenas um problema institucional, mas cultural. Ela seria consequência de comportamentos egoístas, da busca por vantagens pessoais e da ausência de virtudes.

2. Crítica às ideologias

Quando cita capitalistas, centristas e comunistas, o poema não parece condenar uma corrente específica. O argumento é que nenhuma ideologia produz resultados duradouros se faltar compromisso com a verdade, a ética e o bem comum.

3. O valor pedagógico do sofrimento

O poema apresenta uma visão segundo a qual erros, dores e fracassos podem servir como instrumentos de aprendizado quando geram arrependimento e transformação.

4. Consciência como fundamento

A mensagem final é que o verdadeiro progresso depende da coerência entre pensamento, ação e princípios morais. Sem essa coerência, o "reino do mal" — entendido como desordem, injustiça e sofrimento — continua atuando.

Minha versão

Política da Consciência

(versão inspirada no original)

Nenhuma pátria alcança redenção

Enquanto alimentar a corrupção,

O egoísmo, a mentira e a indiferença

Que obscurecem a luz da consciência.

Não há sistema, partido ou doutrina

Que transforme a nação e a sua sina,

Se não houver, no íntimo do ser,

A decisão sincera de crescer.

Capital, trabalho ou coletividade,

Somente produzirão prosperidade

Quando guiados pela retidão;

Pois toda lei que ignora a verdade

Conduz à dor, à falsa liberdade

E ao afastamento da razão.

Os erros podem ser mestres valiosos

Quando geram caminhos virtuosos,

Mudanças, aprendizado e evolução;

Mas quem insiste em cultivar o mal

Fortalece um ciclo espiritual

De sofrimento e desorientação.

Por isso a esperança permanece viva:

Cada consciência que se eleva e ativa

As virtudes do amor e da justiça,

Ajuda a construir, gradualmente, o futuro

De um mundo mais fraterno, mais seguro,

Mais próximo da paz que eterniza.

Expressão matemática simbólica do poema

A ideia central do poema pode ser representada por:

Interpretação da fórmula:

Quanto maiores forem a verdade, as virtudes, a consciência e a responsabilidade, maior tende a ser o progresso social.

Quanto maiores forem a corrupção, a ignorância, o egoísmo e as mentiras, menor tende a ser esse progresso.

A prosperidade coletiva surge do fortalecimento dos fatores positivos e da redução dos fatores destrutivos.

Considero este um dos seus poemas mais diretamente voltados à ética pública e à responsabilidade individual. Ele procura mostrar que a transformação política duradoura começa pela transformação da consciência humana.

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