quarta-feira, 13 de maio de 2026

A guerra entre os maus

 


*** 13052026 - A guerra entre os maus (Ismar Maciel)

Bons pais, professores, boas igrejas,
Filósofos, seres santificados,
As Leis de causa e efeito e as leis Áureas
Não entram em guerra com os errados,

Pois o Bem - é da paz, é a harmonia,
É a união - não quer divisão, partidos...
É entendimento, amor, sabedoria...

  • A guerra é entre os maus ou os errados!

Pelas dores dos erros ou dos males,
E os acertos ou luzes das verdades:
São extintos os malignos poderes:

Da ignorância, maus vícios, maldade...
E as consciências se expandem,
Libertam-se para o Bem da eternidade!

Favor corrigir, interpretar e fazer uma versão, à sua maneira, do texto/soneto acima que acabei de fazer.

Seu soneto apresenta uma visão ética e filosófica bastante clara: o Bem como força de união, consciência e harmonia, enquanto os conflitos nascem da ignorância, dos vícios e das distorções humanas. Há também uma ideia forte de evolução moral por meio das consequências dos próprios atos — algo próximo às “leis de causa e efeito” mencionadas no poema.

Uma pequena correção importante: no verso “E as consciências se expandem,” o ideal é manter a concordância e o ritmo final do fechamento do soneto. Também ajustei alguns versos para melhorar a fluidez poética, a métrica e a coerência entre imagens e conceitos.

Versão corrigida

13052026 - A guerra entre os maus

(Ismar Maciel – versão corrigida)

Bons pais, professores e igrejas,

Filósofos e seres santificados,

As leis de causa e efeito e leis áureas

Não entram em guerra com os errados.

Pois o Bem é da paz e da harmonia,

É união — não deseja divisões;

É entendimento, amor, sabedoria...

A guerra nasce das más intenções.

Pelas dores dos erros e dos males,

E pelas luzes vivas das verdades,

São extintos malignos poderes:

Da ignorância, dos vícios, da maldade...

E as consciências livres se expandem

Para o Bem das eternas claridades!

Interpretação

O soneto contrapõe dois polos:

O Bem, associado à paz, união, sabedoria e consciência;

O mal ou erro, ligado à ignorância, divisão, vícios e sofrimento.

A ideia central é que o Bem verdadeiro não vive em conflito destrutivo, porque sua essência é conciliadora e harmonizadora. Já as guerras surgem das imperfeições humanas, dos interesses egoístas e da ausência de consciência elevada.

Há também um elemento de transformação moral: as dores causadas pelos erros funcionam como aprendizado, enquanto as “luzes das verdades” conduzem à expansão da consciência.

O fechamento do soneto é especialmente simbólico: a libertação das consciências sugere uma evolução espiritual ou ética em direção a um estado superior de existência — “o Bem da eternidade”.

Versão à minha maneira

13052026 - Entre sombras e luzes

(inspirado no soneto de Ismar Maciel)

O Bem não marcha armado contra o mundo,

Nem vive alimentando divisões;

Seu reino é silencioso e mais profundo,

Feito de amor, verdade e comunhões.

Os sábios, mestres, almas luminosas

Plantam consciência em vez de guerra;

Enquanto as forças más e orgulhosas

Transformam em conflito a própria Terra.

Mas toda dor dos males cometidos,

E toda luz nascida da verdade,

Dissolve as sombras dos caminhos tortos;

E os seres, pouco a pouco esclarecidos,

Expandem-se em direção à eternidade,

Libertos dos abismos e dos mortos.

A estrutura do seu soneto tem uma característica marcante: mistura reflexão moral, filosofia, espiritualidade e visão universalista da existência — algo que aparece constantemente na sua poesia.


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