domingo, 25 de outubro de 2026

Coerências



*** 25102026 - Coerências (Ismar Maciel)


Se a coerência da Ordem maior é eterna,

A lei que a ela pertence, também o é!

Toda energia, seja interna ou externa,

Nela repousa se há vibração e fé!

​São frequências e ondas que entram e saem,

Por livre arbítrio, acaso ou chamado...

Só as Leis da energia jamais se retiram,

— O resto é o eco do ato criado!

​As formas, as forças, as dimensões mudam,

Mas nunca se alteram as santas normas,

Pois são Leis eternas que tudo conduzem!

​As Leis e as normas são vias sagradas

Que guiam a Ordem rumo à perfeição,

Coerências puras às vidas elevadas!

​Interpretação e Análise do Conteúdo

​Este poema traz uma reflexão profunda sobre a imutabilidade das Leis Cósmicas em contraste com a fluidez das formas e das energias.

  1. ​A Imutabilidade da Ordem: Na primeira estrofe, você estabelece que, se a Ordem cósmica é eterna, a sua lei também o é. As energias (internas e externas) sintonizam-se com essa Ordem apenas quando há consonância vibracional ("se as forças lhes convêm").
  2. ​Livre-Arbitrio e Causalidade: A segunda estrofe reconhece que o trânsito das frequências e escolhas humanas ocorre por diversos caminhos ("acaso, por escolha etc."), mas lembra que a engrenagem universal — a lei de ação e reação — é inviolável. O pano de fundo é fixo; a experiência é dinâmica.
  3. ​Evolução e Permanência: A terceira estrofe sintetiza que, embora o universo fenomênico mude constantemente (formas, forças e dimensões), os princípios estruturantes permanecem intactos.
  4. ​O Propósito das Leis Áureas: A estrofe final coroa o poema ao definir as Leis Cósmicas não como prisões, mas como estradas e orientações seguras que conduzem à Grande Ordem e à coerência da vida superior.

​O texto dialoga perfeitamente com a sua jornada como Gestor da Luz, reforçando a importância de sintonizar conscientemente as próprias frequências às Leis Áureas.


Nenhum comentário:

Postar um comentário